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  • Aceda a um completo conjunto de testes cognitivos para avaliar a memória não verbal

  • Identifica e avalia a presença de alterações ou défices

  • Instrumentos validados para melhorar ou reabilitar a memória não verbal e outras habilidades cognitivas

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Qual é a memória não verbal?

A memória não verbal pode definir-se como a capacidade para codificar, armazenar e recuperar recordações sobre caras, figuras e imagens, melodias, sons e ruídos, cheiros, sabores e sensações. Quer dizer, a memória não verbal é o que nos permite reter e recordar informação cujo conteúdo não sejam palavras (nem faladas, nem escritas). Esta função é de grande importância, porque a usamos numa grande quantidade de situações quotidianas. A práctica e o treino cognitivo pode melhorar a nossa memória não verbal.

Divisões da memória.

  • Dependendo do tipo de informação que podemos memorizar a memória é dividido em: Memória verbal (se a informação é composta de palavras lidas ou ouvidas) e Memória não verbal (se a informação não é composta de palavras lidas ou ouvidas).
  • De acordo com o tempo que permanece a informação na nossa memória e do tipo de processamento que façamos, a memória divide-se em: Memória sensorial, Memória a curto prazo, Memória de trabañho y Memória a longo prazo.
  • De acordo com o órgão pelo que identificamos a informação, a memória divide-se em: Memória visual e espacial (vista), Memória auditiva (oído), Memória háptica (tacto), memória olfativa (olfato) e memória gustativa (gusto).

Exemplos da memória não verbal

  • A memória não verbal é essencial em diversas profissões, como a arquitectura, designers, músicos, críticos gastronómicos, etc.
  • Na escola também se aplica de maneira frequente a memória não verbal, quer seja a recordar mapas geográficos ou para realizar actividades de desenho artístico ou técnico. Além disso, quando se trata de crianças, também realizam tarefas para que experimentem as diferentes texturas.
  • No momento de recordar um mapa ou uma rota de GPS fazemos uso da nossa memória não verbal. Um falho neste tipo de memória, poderia fazer que não seguíssemos correctamente a rota establecida, ou por exemplo, que não recordássemos o sinal que passámos que indicava que podiamos ultrapassar, ou não.
  • Também usamos a memória verbal no nosso dia-a-dia, como quando tentamos recordar a melodia de uma canção, a cara de alguém ou o seu cheiro.

Patologias e transtornos associados a problemas na memória não verbal

Que alguma vez nos tenha custado recordar uma cara, um percurso ou os detalhes de um monumento, não significa que tenhamos algum problema na memória não verbal. Mesmo assim, um défice nesta habilidade cognitiva pode levar-nos, a não recordar os estímulos não verbais mais familiares, com os transtornos que isto pode implicar. Um problema na memória não verbal pode dificultar muitas das nossas actividades quotidianas.

Pode ocorrer uma alteração da memória não verbal em diversos transtornos. Um dos transtornos onde a memória não verbal se vê mais afectada é o Alzheimer, mesmo que também possa ocorrer noutras demências. Por outra parte, identificou-se um pior desempenho de pessoas com depressão em tarefas que requerem a memória não verbal. Além disso, um dano cerebral provocado por um ictos ou um traumatismo crâneo-encefálico (TCE) também poderia produzir um deterioro da memória não verbal.

Como medir e avaliar a memória não verbal?

A memória não verbal permite-nos realizar correcta e rapidamente muitas das nossas actividades quotidianas. Assim, avaliar a memória não verbal pode ser de grande ajuda em diferentes âmbitos da vida: em âmbitos académicos (saber se algum aluno vai apresentar dificuldades para reter alguma matéria ou para superar algumas disciplinas), em âmbitos clínicos (saber se um paciente vai apresentar dificuldades para reconhecer a sua medicação, reconhecer pessoas familiares ou desenvolver-se no seu meio-ambiente) ou em âmbitos profissionais (saber se um arquitecto vai manusear bem os planos, ou se um camionista pode desempenhar adequadamente o seu trabalho).

Através de uma completa avaliação neuropsicológica podemos medir de maneira eficaz e fiável as diferentes habilidades cognitivas, como a memória não verbal. O teste que oferece a CogniFit para avaliar a memória não verbal está baseada nos testes clássicos NEPSY e Test of Memory Malingering (TOMM). Além da memória não verbal, o teste também mede o tempo de resposta, a memória do trabalho, a percepção visual, a denominação, a memória contextual, a monitorização, a memória visual, o reconhecimento e a velocidade de processamento.

  • Teste de identificação COM-NAM: Aparecem objectos através de imagem e som. Tem que dizer em que formato (imagem ou som) apareceu o objecto pela última vez, ou se não apareceu antes.

Como reabilitar ou melhorar a memória não verbal?

Todas as habilidades cognitivas, incluindo a memória não verbal, podem ser treinadas para melhorar o seu rendimento. Na CogniFit oferecemos a possibilidade de fazê-lo de maneira profissional.

A plasticidade cerebral é a base da reabilitação da memória não verbal e das outras capacidades cognitivas. A CogniFit dispõe de um conjunto de exercícios clínicos desenhados para reabilitar os défices na memória não verbal e outras funções cognitivas. O cérebro e as suas ligações neuronais fortalecem-se com o uso das funções que dependem destas. De mode que, se exercitamos frequentemente a memória não verbal, as ligações cerebrais das estructuras implicadas nesta capacidade serão fortalecidas.

A CogniFit está formada por uma equipa de profissionais especializados no estudo da plasticidade sináptica e em processos de neurogénese. Isto permitiu a criação de um programa de estimulação cognitiva personalizado para as necessidades de cada usuário. Este programa teve origem numa precisa avaliação da memória não verbal e noutras funções cognitivas fundamentais. Com base nos resultados da avaliação, o programa de estimulação cognitiva da CogniFit oferece de forma automática um treino cognitivo personalizado para fortalecer a memória não verbal e outras funções cognitivas que se considerem necessárias para a avaliação.

É imprescindível realizar um treino constante e apropriado para melhorar a memória não verbal. A CogniFit dispõe de ferramentas de avaliação e de reabilitação para optimizar esta função cognitiva. Para uma correcta estimulação são necessários 15 minutos por dia, duas ou três vezes por semana.

Pode-se aceder ao programa de estimulação cognitiva da CogniFit através da internet. Há uma grande variedade de actividades interactivas, em forma de divertidos jogos mentais, que podem realizar-se através do computador. Ao finalizar cada sessão, a CogniFit mostrará um gráfico detalhado com a evolução do estado cognitivo.

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