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O que é a Percepção?

A percepção pode definir-se como a capacidade de captar, processar e dar sentido de forma activa à informação que alcança os nossos sentidos. Quer dizer, a percepção é o processo cognitivo que nos permite interpretar o nosso meio-envolvente através dos estímulos que captamos através dos órgãos sensorais. Esta capacidade cognitiva tem uma grande importância, porque a usamos diariamente. Por sorte, podemos melhorar a percepção através do treino cognitivo. Isto é assim porque a percepção é um processo activo. Não somos sujeitos passivos, limitados a um processamento ascendente ou Bottom-Up (guiado pelos estímulos que chegam aos nossos estímulos), mas que também interpretamos a informação através do processamento descendente ou Top-Down (temos importantes expectativas que dirige a nossa percepção).

Tipos de percepção e Neuroanatomia

Outro tipos de percepção

Fases da percepção

Outros modelos Gestálticos

Outros modelos Gestálticos reforçam o papel da pessoa no processo da percepção, assinalando uma sucessão de três etapas:

  • Passo 1: Formulação de uma hipótese sobre o que vamos perceber. Isto será o que guia a selecção, organização e interpretação dos estímulos.
  • Passo 2: Entrada da informação sensorial.
  • Passo 3: Contraste da hipótese prévia com a informação sensorial recebida.

Exemplos de percepção

A Agnosia e outros transtornos associados a problemas na percepção

A percepção também pode alterar-se através do dano dos órgãos sensoriais (por exemplo, um golpe no olho), nas vias que levam a informação sensorial ao cérebro (por exemplo, um glaucoma) ou nas áreas cerebrais encarregues da percepção (por exemplo, uma lesão no cortéx occipital). Um dano em qualquer destes três pontos vai alterar de alguma forma a percepção normal dos estímulos.

Como medir e avaliar a percepção?

Avaliar a percepção pode ser de grande ajuda em diferentes âmbitos da vida: em âmbitos académicos (saber se um aluno vai necessitar ajudas adicionais para captar toda a informação da aula), em âmbitos clínicos (saber se um paciente vai apresentar dificuldades para desevolver-se no seu meio-ambiente de maneira habitual) ou em âmbitos profissionais (saber se algum trabalhador requer apoio substitutivo devido a algum problema perceptivo).

Através de uma completa avaliação neuropsicológica podemos medir de uma maneira eficaz e fiável a percepção e outras habilidades cognitivas.

Os testes que aplica a CogniFit para medir estas habilidades cognitivas, estão baseados nos testes clássicos Teste de Stroop, Teste de Variables Of Attention (TOVA), Test of Memory Malingering (TOMM), Continous Performance Test (CPT), Hooper Visual Organisation Task (VOT) e no teste NEPSY (de Korkman, Kirk y Kemp, 1998). Além da percepção, estes testes também medem a denominação, a memória contextual, o tempo de resposta, a memória do trabalho, a actualização, a memória visual, a velocidade do processamento, a atenção dividida, a atenção focalizada, a coordenação olho-mão, a flexibilidade cognitiva, a inibição e rastreio visual.

Componentes da Percepção

Como reabilitar ou melhorar a percepção?

Todas as habilidades cognitivas, incluidas a percepção, podem ser treinadas para melhorar o seu rendimento. Na CogniFit oferecemos a possibilidade de fazê-lo de maneira profissional.

A plasticidade cerebral é a base da reabilitação da percepção e das outras capacidades cognitivas. A CogniFit tem um conjunto de exercícios desenhados para reabilitar os défices na percepção e outras funções cognitivas. O cérebro e as suas ligações neuronais fortalecem-se com o uso das funções que dependem destas. De modo que, se exercitamos adequadamente a percepção, as ligações cerebrais das estructuras implicadas nesta capacidade fortalecer-se-ão.

A CogniFit está formada por uma equipa de profissionais especializados no estudo da plasticidade sináptica e em processos de neurogenese. Isto permitiu a criação de um programa de estimulação cognitiva personalizado para as necessidades de cada usuário. Este programa teve origem numa precisa avaliação da percepção e outras funções cognitivas fundamentais. Com base nos resultados da avaliação, o programa de estimulação cognitiva da CogniFit oferece de forma automática um treino cognitivo personalizado para melhorar a percepção e outras funções cognitivas que necessitem ser fortalecidas de acordo com a avaliação.

É imprescíndivel realizar um treino constante e apropriado para melhorar a percepção. A CogniFit dispõe de ferramentas de avaliação e de reabilitação para optimizar estas funções cognitivas. Para uma correcta estimulação são necessários 15 minutos por dia, dois ou três dias por semana.

Este programa está disponível via online. Há uma grande variedade de actividades interactivas, em forma de divertidos jogos mentais que podem realizar-se através do computador. Ao finalizar cada sessão, a CogniFit mostrará um gráfico detalhado com a evolução do estado cognitivo.

Referencias: Evelyn Shatil, Jaroslava Mikulecká, Francesco Bellotti, Vladimír Burěs - Novel Television-Based Cognitive Training Improves Working Memory and Executive Function - PLoS ONE July 03, 2014. 10.1371/journal.pone.0101472 Korczyn AD, Peretz C, Aharonson V, et al. - Computer based cognitive training with CogniFit improved cognitive performance above the effect of classic computer games: prospective, randomized, double blind intervention study in the elderly. Alzheimer's & Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association 2007; 3(3):S171. Peretz C, Korczyn AD, Shatil E, Aharonson V, Birnboim S, Giladi N. - Computer-Based, Personalized Cognitive Training versus Classical Computer Games: A Randomized Double-Blind Prospective Trial of Cognitive Stimulation - Neuroepidemiology 2011; 36:91-9. Korczyn AD, Peretz C, Aharonson V, et al. - Computer based cognitive training with CogniFit improved cognitive performance above the effect of classic computer games: prospective, randomized, double blind intervention study in the elderly. Alzheimer's & Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association 2007; 3(3):S171. Shatil E, Korczyn AD, Peretzc C, et al. - Improving cognitive performance in elderly subjects using computerized cognitive training - Alzheimer's & Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association 2008; 4(4):T492. Haimov I, Shatil E (2013) Cognitive Training Improves Sleep Quality and Cognitive Function among Older Adults with Insomnia. PLoS ONE 8(4): e61390. doi:10.1371/journal.pone.0061390 Thompson HJ, Demiris G, Rue T, Shatil E, Wilamowska K, Zaslavsky O, Reeder B. - Telemedicine Journal and E-health Date and Volume: 2011 Dec;17(10,):794-800. Epub 2011 Oct 19.

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