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  • Aceda a um completo conjunto de provas cognitivas para avaliar a flexibilidade cognitiva

  • Identifica e avalia a presença de alterações ou défices

  • Instrumentos validados para melhorar ou reabilitar a flexibilidade mental e outras funções cognitivas

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O que é a Flexibilidade Cognitiva ou Mental?

A Flexibilidade Cognitiva ou Flexibilidade Mental pode definir-se como a capacidade que tem o nosso cérebro para adaptar a nossa conducta e pensamento a situações novas, alternativas ou inesperadas.. Por outras palavras, a flexibilidade cognitiva é a capacidade de dar-nos conta do que estamos a fazer não funciona, ou deixou de funcionar e por isso, devemos reajustar a nossa conducta, pensamento e opiniões para adaptar-nos ao meio-envolvente e às novas situações.

A capacidade de mudanção ou "mental shifting" em inglês, é o principal componente da flexibilidade cognitiva. Tanto que, normalmente são tratados como um mesmo conceito. Ainda assim, a flexibilidade cognitiva refere-se à capacidade de adaptar-nos à mudança, enquanto que o "mental shifting" se refere ao processo pelo qual nos adaptamos a dita mudança.

A Flexibilidade Cognitiva tem um papel relevante na aprendizagem e capacidade de resolução de problemas complexos. Permite-nos seleccionar a estratégia que devemos realizar para adaptar-nos às diferentes situações com as que nos vamos encontrando. Ajuda-nos a captar a informação do ambiente e responder de forma flexível, ajustando assim a nossa conducta às mudanças e exigências de cada situação.

A pessoa com uma boa Flexibilidade Mental ou Cognitiva destacar-se-á pelas seguintes caracterísitcas:

  • Una boa Flexibilidade Cognitiva ou Mental permite-nos adaptar rápidamente às mudanças ou novidades que nos rodeiam.
  • A Flexibilidade Cognitiva ajuda-nos a tolerar as mudanças que podem acontecer durante a resolução de problemas ou a execução de uma tarefa. Permite-nos gerar alternativas.
  • As pessoas com boa Flexibilidade Cognitiva efectuam fácilmente a transição de uma actividade para outra e sabem comportar-se adequadamente em cada situação.
  • Podem captar várias dimensões de uma mesma realidade, ver desde diferentes perspectivas e estabelecer relações ocultas, podendo encontrar fácilmente várias soluções para um mesmo problema.
  • As pessoas com Flexibilidade Mental toleram melhor os erros e mudanças de planos, têm maior facilidade para pôr-se no lugar do outro, e chegam mais fácilmente a acordos comuns.

A Flexibilidade Cognitiva é uma das habilidades cognitivas básicas superiores da meta-cognição e faz parte dos processos denominados Funções Executivas. As Funções Executivas são cruciais para o êxíto e o desenvolvimento tanto na escola, como na vida. Permitem-nos formular metas, planificar e levar para a frente um plano, supervisionar as nossas acções e corrigí-las em função dos resultados.

A Flexibilidade Mental, relaciona-se com a inteligência fluída, com o raciocínio fluído e a destreza para resolver problemas novos de forma flexível e eficaz.

Uma correcta Flexibilidade Cognitiva permite-nos ter em conta outras crenças, valores, ideias ou formas de pensar. Ajuda-nos a compreender o ponto de vista dos outros, valorando outras opções além da nossa. Por isso, a Flexibilidade Mental também está muito relacionada com a empatia e a nossa forma de interacção social.

Desenvolvimento da Flexibilidade Mental ou Cognitiva

A Flexibilidade Cognitiva, ao mesmo tempo que a linguagem ou as habilidades motoras, é uma habilidade cognitiva que tem o seu processo de desenvolvimento e maturidade cerebral. A maturidade da Flexibilidade Cognitiva completa-se por volta dos 20 anos de idade. Começamos a treiná-la desde pequenos, colocando-a em práctica diariamente.

A Flexibilidade Cognitiva depende do lóbulo pré-frontal do cérebro, que é a estructura cerebral que demora mais a madurar. Podemos observar como as crianças pequenas querem as coisas imediatamente, afectam-lhes as mudanças de rotina e fazem birras com frequência. Isto pode dever-se a que a sua Flexibilidade Mental está em plena maturidade e não tem em conta diferentes opções ou alternativas.

Exemplos de Flexibilidade Mental ou Cognitiva

Desde que acordamos até que voltamos a dormir usamos inumeras vezes a nossa Flexibilidade Cognitiva. Como se apresenta a Flexibilidade Mental no nosso dia-a-dia?

  • Um exemplo onde actua a nossa Flexibilidade Cognitiva, é quando vamos a tomar o pequeno-almoço, mas apercebemo-nos de que nos faltam os cereais. Que fazemos? Chateamo-nos e vamos para a escola, ou trabalho, sem tomar o pequeno-almoço? Tomamos o pequeno-almoço no bar? Preparamos um pequeno-almoço com outros ingredientes? A Flexibilidade Cognitiva permite-nos, perante situações mais ou menos inesperadas, baralhar mentalmente uma série de opções alternativas e escolher a mais eficiente ou a que nos parece melhor.
  • Se um bom amigo de repente deixa de nos falar, a Flexibilidade Cognitiva vai ajudar-nos a compreender as causas. Permite-nos aperceber de que talvez a nossa informação não é a correcta, que ele tem um ponto de vista diferente do nosso, faz com que possamos pôr-nos no seu lugar e pensar que motivos teve para deixar de falar-nos. Além disso, também será a que nos dá a capacidade de procurar maneiras de solucionar o problema.
  • Se todos os dias escolhe o mesmo trajecto para ir trabalhar, mas um dia está a chover muito e toda a gente escolheu o carro para ir trabalhar e encontra um engarrafamento importante, que faz? Podia ir em metro, podia sair de casa antes ou ir por outro caminho... Os seus planos prévios ou a sua rotina viu-se frustrada por uma situação imprevista, mas graças à Flexibilidade Cognitiva soube gerar opções de maneira simultânea, utilizando as mesmas capacidades que no momento de tomar uma decisão: experiência, expectativas, motivação, conhecimento e emoções.
  • Quando tocamos à campainha e vemos que ninguém abra a porta, não continuamos a tocar à campainha e entendemos que não há ninguém em casa. Ser capazes de deixar de pressionar o interruptor e procurar outra solução é ser mentalmente flexível. Além disso, dadas as circunstâncias, procuramos possíveis soluções para o imprevisto: ligamos por telefone, procuramos a pessoas nos sítios mais prováveis ou decidimos voltar mais tarde.

Rigidez Cognitiva: Deficiências na Flexibilidade Mental

O que é a Rigidez Cognitiva?A Rigidez Cognitiva é a consequência da falta da Flexibilidade Mental. Por isso, pode definir-se como a incapacidade de mudar de conducta ou crenças quando estão a ser ineficazes para alcançar os nossos objectivos. A Rigidez Cognitiva pode conduzir a alterações na regulação da própria conducta, originando padrões de comportamento ineficazes e perservação.

Se lhe pedisse que me diga palavras que começam pela letra "A", mas não pode dizer-me nomes próprios, e a única palavra que lhe surge fosse "António", estariamos perante uma Rigidez Cognitiva severa. Estaria sendo incapaz de gerar alternativas, sabendo que "António" é um nome próprio e não serve.

A sensação que gera o fenómeno da Rigidez Cognitiva é a de ficar "em branco" ou "bloqueado" num ponto, sem ser capaz de dar com a maneira de sair daí. Como é evidente, a Rigidez Cognitiva tem umas consequências negativas nas actividades da vida diária das pessoas. Uma pessoa com Rigidez Cognitiva ficaria "bloqueada" à procura dos cereais do pequeno-almoço, que já não há. Ou poderia tentar ligar a televisão com um comando à distância sem pilhas até que alguém o ajudasse.

Naturalmente, há diferentes níveis de Flexibilidade e de Rigidez Mental. Os exemplos explicados até agora seriam de um nível muito alto de rigidez, enquanto há outros casos que não são tão evidentes, mas continuam a afectar a vida das pessoas (quando no caso de uma criança que lhe custa mudar de uma disciplina para outra e pode perder parte da informação e do que lhe estão a dizer).

Porque acontece a Rigidez Cognitiva?O cérebro humano procura a estabilidade e procura reduzir a incerteza a todo o custo. As pessoas com uma grande Rigidez Cognitiva podem prevenir a novidade ou a mudança, mantendo assim a sua conducta ou forma de pensar, mesmo que isto não lhes ajude a adaptar-se ao meio envolvente. É normal que nos custe a todos adaptar-nos às mudanças, mas para as pessoas com pouca Flexibilidade Mental, a adaptação à mudança pode ser muito mais complexa.

A perseverança está associada específicamente à Rigidez Cognitiva, consiste na reiteração de acções, que talvez tenham sido efectivas em situações anteriores ou que foram planificadas, mas que já não se ajustam ao objectivos actuais.

Transtornos ou patologias associados a uma Flexibilidade Cognitiva deficiente ou Rigidez Mental

É bastante frequente encontrar Rigidez Cognitiva em muitos transtornos, quer seja porque altera-se directamente a Flexibilidade Cognitiva, ou porque se alteram as funções das que depende a Flexibilidade Mental.

Deste modo, podemos encontrar Rigidez Cognitiva, ou Flexibilidade Cognitiva diminuida, numa importante variedade de transtornos neuro-psiquiatrícos: Em crianças com dificuldades de atenção, em pessoas que tenham sofrido algum Traumatismo Craneo-encefálico (acidente de carro, queda), Ictos, ou transtornos complexos como o Transtorno por défice de atenção com hiperactividade, Transtorno obsessivo-compulsivo, esquizofrenia, Transtornos de índole autista (Asperger e Autismo), Transtornos de alimentação (Anorexia nervosa e Bulimia nervosa), pessoas com vícios, etc...

Os adultos, normalmente sofrem degradação na sua Flexibilidade Mental. O envelhecimento do cérebro implica mudanças funcionais e físicos que prejudicam a velocidade de processamento do cérebro e do seu rendimento cognitivo. Os estudos mostram que o treino cognitivo podem ter efeitos positivos na indução da plasticidade cerebral e poderiam ser válidos como uma intervenção orientada a combater ou reabilitar a degradação da função executiva e Flexibilidade Cognitiva. Na CogniFit disponibilizamos-lhe diferentes actividades para melhorar a sua Flexibilidade Cognitiva.

Instrumentos ou provas para avaliar a Flexibilidade Cognitiva ou Rigidez Mental

A avaliação da Flexibilidade Cognitiva é de alta utilidade práctica em diversos campos e conductas, tanto na área médica, como no âmbito do ensino ou educação, ou profissional.

O processo de Flexibilidade Mental ou Flexibilidade Cognitiva pode ser avaliado e medido com precisão, através de uma avaliação neuro-psicológica completa. As provas standard e validadas que oferece a CogniFit, também permitem avaliar de forma fiável e computorizada um amplo rango de habilidades cognitivas, entre elas, a Flexibilidade Mental ou Cognitiva.

Em concreto, para avaliar a Flexibilidade Cognitiva contamos com diferentes tarefas validadas, baseadas nos clássicos Teste de Stroop, Continous Performance Test (CPT) y Wisconsin Card Sorting Test (WCST), que permitem valorar com precisão a capacidade do usuário para adaptar-se ao meio envolvente.

  • O Teste de Sincronização UPDA-SHIF: Nesta prova aparecerá no ecrã uma bola em movimento. O objectivo seria coordenar o ponteiro com o movimento da bola da maneira mais precisa possível, seguindo o seu percurso.
  • O Teste de Simultaneidade DIAT-SHIF: É necessário seguir o percurso aleatório de uma bola branca e prestar atenção às palavras que aparecem no centro do ecrã. Quando a palavra que está no centro do ecrã coincida com a cor que está escrita, tem que responder (prestando atenção aos dois estímulos ao mesmo tempo). Nesta actividade, tem que afrontar as mudanças de estratégia, novas respostas e manusear a capacidade de monitorização e a capacidade visual ao mesmo tempo.
  • Teste de Desatenção FOCU-SHIF: No ecrã aparece uma luz em cada esquina. Tem que clicar nas luzes amarelas o mais rápido possível. Ao mesmo tempo, se as luzes passam a vermelho, não tem que clicar.

Além disso, a Flexibilidade Mental, com estas tarefas também avaliamos o tempo de resposta (TR), a coordenação olho-mão, a re-contextualização e a inibição.

Como reabilitar ou melhorar a Flexibilidade Mental ou Cognitiva?

Como qualquer outra habilidade cognitiva, a Flexibilidade Mental ou Cognitiva pode-se treinar, aprender e melhorar , e na CogniFit ajudamos-lhe a fazê-lo de forma profissional.

Os exercícios clínicos de estimulação cognitiva que oferece a CogniFit permite treinar as principais habilidades cognitivas e Funções Executivas.

O programa de estimulação cognitiva da CogniFit foi criado por uma completa equipa de cientistas, psicólogos cognitivos e pedagogos que estudam a neuroplasticidade e os processos de neurogénese. O sistema patenteado de estimulação cognitiva da CogniFit avalia em primeiro lugar de forma precisa a Flexibiliade Mental do indíviduo e outras funções cognitivas fundamentais. Com base nos resultados conseguidos nas provas, oferece, de forma automatizada, um completo regime de treino cognitivo personalizado, orientado a melhorar a sua flexibilidade cognitiva e outras funções executivas ou habilidades degradadas.

Para estimular e melhorar as funções executivas e os processos mentais implicados na Flexibilidade Cognitiva, é necessário um treino adequado e constante. A CogniFit é o Instrumento utilizado pela comunidade científica, centros médicos e escolas em todo o mundo. Para uma correcta estimulação são necessários 15 minutos por dia (2-3 dias por semana).

Este programa está disponível via online, e está indicado para pessoas maiores de 6 anos. Os diferentes exercícios interactivos apresentam-se em forma de jogos mentais que podem ser praticados através de um computador. Depois de cada sessão, a CogniFit apresentará um gráfico detalhado com a evolução do estado cognitivo, fazendo com que seja fácil e cómodo ver o processo.

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